Break Loose: o novo game capixaba

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Karol Lyrio – A civilização foi terrivelmente massacrada e contaminada pelos mortos vivos. A salvação está nas mãos daqueles que, obstinados, arriscarão suas próprias vidas para pôr um fim à ameaça cadavérica com a única estratégia viável: exterminar o maior números de zumbis possível. Tyler, Marie e Big Joe estão prontos para cumprir sua missão custe o que custar! Estes são a premissa e os heróis de Break Loose, o novo mobile game da desenvolvedora capixaba Pixtoy.

Fundada em 2012, por Felipe Lomeu, Magnum Cândido e Oswaldo Carvalho, a Pixtoy é uma start up especializada em games para a plataforma mobile com dois projetos já distribuídos no mercado. Além de Break Loose, atualmente o maior game, a empresa desenvolveu  outros dois jogos “pilotos”: o “Tuga Boy Adventures”, para iPad, e o “Cutesquares”, para as plataformas IOS e Android.

Felipe e Magnum, co-fundadores da Pixtoy. Foto: Karol Lyrio
Felipe e Magnum, co-fundadores da Pixtoy. Foto: Karol Lyrio

O jogo Break Loose é direcionado a um público heterogêneo, composto tanto por jogadores mais velhos iniciados em outras plataformas, quanto por jovens, que cresceram jogando os produtos lançados anteriormente.

“A gente percebeu que teríamos que lançar um game com tema relevante, algo que estivesse em alta atualmente” disse Magnum. Daí, veio a inspiração num tema muito visado atualmente em diversas mídias: o apocalipse zumbi. Foram referenciados, mais diretamente, outros games do mesmo estilo e a HQ adaptada como série de TV The Walking Dead”.

Sobre o início da concepção dos projetos, Magnum explica: “o processo de criação de um game começa primeiramente com o brainstorm, e depois desenvolvemos o conceito do jogo, a ambientação, os personagens e a personalidade de cada um para depois prosseguirmos com a ilustração, modelagem, animação e programação do game.”

Rodolpho Valderato, designer de personagem e ilustrador da Pixtoy.
Rodolpho Valderato, designer de personagem e ilustrador da Pixtoy. Foto: Karol Lyrio

A indústria de games é a que mais fatura no mundo, tendo arrecadado, em 2013, 65 bilhões de dólares. No entanto, no Brasil, o cenário é bem diferente. “O mercado brasileiro de jogos não é rentável, a gente vem ainda de um mercado que tem a cultura da pirataria. É muito difícil alguém comprar um jogo original aqui”, diz Felipe, justificando o motivo de o jogo visar ao mercado internacional, com foco nos Estados Unidos, o principal país que tem o maior mercado de jogos digitais.

E para quem ficou ansioso para imergir no universo apocalíptico e desolado de Break Loose, a equipe informa que o game já está totalmente finalizado e estará disponível para download em no máximo três meses.

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