As curiosidades do filme Guerreiras do  K-Pop

Felipe Figueiredo e Beatriz Paolielo

Sinopse oficial: Quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais. Juntas, elas precisam enfrentar seu maior inimigo: uma boy band rival composta por demônios disfarçados.

01 – SPOTIFY: 

O que parecia apenas uma animação divertida virou um fenômeno musical: a trilha sonora de Guerreiras do K-pop bombou no Spotify! A música “Your Idol”, da boyband virtual Saja Boys, alcançou o primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos, superando nada menos que o maior grupo de K-pop, o BTS.

Enquanto isso, a faixa “Golden”, das heroínas Huntr/x, ficou em segundo lugar no mesmo ranking, igualando o recorde do maior grupo feminino, o Blackpink. No ranking global, “Golden” acumula mais de 5 milhões de reproduções por dia. Um sucesso e tanto para personagens animados!

02 – GRUPO TWICE: 

A faixa “Golden”, que embala as cenas mais marcantes de Guerreiras do K-pop, ganhou ainda mais força graças aos vocais poderosos de Jihyo, Jeongyeon e Chaeyoung, do grupo TWICE, que dão voz às protagonistas Huntr/x.

03 E 04 – HISTÓRIA COREANA: 

– As protagonistas de Guerreiras do K-pop foram inspiradas nas mudang, tradicionais xamãs coreanas. Essas figuras espirituais realizam rituais com dança, música e trajes coloridos para afastar espíritos ruins, exatamente como as caçadoras do filme, que usam o poder do K-pop para derrotar demônios.

– Em Guerreiras do K-pop, dois mascotes bem peculiares acompanham os vilões: Derpy, um tigre azul, e Sussie, uma gralha preta com seis olhos. Os dois têm origem no folclore coreano e foram inspirados nas tradicionais pinturas jakho-do, que retratam a relação simbólica entre o tigre (protetor espiritual) e a gralha (mensageira entre mundos). Juntos, eles representam a conexão entre o mundo humano e o espiritual, trazendo um toque cultural sutil, mas cheio de significado, à animação.

A Primeira Mão é uma revista-laboratório do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Espírito Santo, totalmente desenvolvida por estudantes, sob orientação de professores. Além de sua versão em PDF, a partir de 2024, a revista também conta com uma versão digital, ampliando seu alcance e acessibilidade. Em 2013, a Primeira Mão foi uma das cinco finalistas da região Sudeste para o prêmio Expocom de melhor revista-laboratório impresso.

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