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O Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios da Grande Vitória analisados por item. Se aprofunde nesses dados através deste especial apresentando pelo Universo Ufes.

Com o objetivo de esclarecer os dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas (PNUD) sobre o IDHM brasileiro e o Atlas Brasil 2013, especificamente no que diz respeito ao Espírito Santo, o Universo Ufes traz para os leitores uma série de matérias sobre o assunto, enfocando temas como educação, trabalho e renda, pirâmide etária da população e a desigualdade entre os municípios da Grande Vitória. Uma oportunidade de conhecer mais a fundo as complexas questões que envolvem nosso estado, bem como suas causas e seus reflexos em nosso cotidiano. Afinal, o primeiro passo para se traçar os rumos a serem seguidos é conhecer o caminho já percorrido e o que precisa ser mudado.

Especial: Uma análise sobre o IDHM da Grande Vitória
A passos largos...mas nem tanto
O maior desafio do Brasil
Uma população que envelhece 
Cada vez menos crianças
Trabalho e renda no ES:os números crescem, mas a desigualdade permanece

O ser humano como o centro do desenvolvimento. De acordo com o PNUD, esta é a característica fundamental do conceito de Desenvolvimento humano, responsável pela avaliação do “potencial das pessoas, do aumento de suas possibilidades e do desfrute da liberdade de viver a vida da forma como a valorizam”. Justamente por isso, o Desenvolvimento Humano leva em consideração não só fatores econômicos, mas também outras características sociais, culturais e políticas que influenciam na qualidade de vida das pessoas. Para além do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDC), o PNUD, atualmente presente em 177 países e territórios, desenvolveu outra ferramenta de análise. O Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios (IDHM), existente no Brasil desde 1991, segue os mesmos padrões de avaliação do IDH, analisando o desenvolvimento humano dos 5.565 municípios do país. Para tanto, leva em consideração três aspectos principais: vida longa e saudável, medida pela esperança de vida ao nascer; acesso a conhecimento, medido pela escolaridade da população jovem e adulta, e, por fim, um padrão de vida digno, medido pela renda média per capta dos cidadãos.

Aliado ao IDHM surgiu, a partir de 1998, o Atlas do Desenvolvimento Humano, que amplia os dados por ele fornecidos através da divulgação indicadores socioeconômicos municipais extraídos dos censos demográficos. Além disso, o Atlas analisa a evolução desses indicadores nos últimos 20 anos.

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