Galeria dos ex-governadores – Palácio Anchieta

Processo de restauração – Igreja do Rosário

Exposição de objetos antigos – Palácio Anchieta

Visita monitorada – Capela de Santa Luzia

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(João Carlos Fraga, Reuber Diir e Will Morais)

 

As elite capixaba do final do século XIX e início século XX, impulsionada pelo desenvolvimento oferecido pelo negócio do café, era fascinada pela cultura européia, tendo-a como referência de modernidade e desenvolvimento social.  A mudanças desse paradigma no final do século XX resultou no investimento em novas construções  entendidas como mais “modernas”, deixando as anteriores, especialmente as do período colonial, por longo tempo no esquecimento, e algumas foram demolidas.

“A cidade, naquele momento, tentava se livrar do seu passado colonial, vinculando esse estilo ao atrasado”, afirma o doutor e professor de História da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Luiz Cláudio Moisés Ribeiro. Atualmente, o patrimônio material, as construções e monumentos, são muitos valorizados em todo o mundo, e quanto a esse aspecto, o Espírito Santo teve grande perda durantes os últimos séculos.

É importante a preservação de todo esse patrimônio, pois são pontos de referência quanto ao passado da população capixaba e de suas características singulares. “O patrimônio construído, material, as construção antigas da cidade são elementos da memória, fontes da história. São importantes para construção e visualização da história local e de identidade para sua população”, diz Luiz Cláudio.

Além da restauração desses patrimônios materiais, faz-se necessária a criação de projetos para a inserção da sociedade dentro desses monumentos, tornando-os úteis, como, por exemplo, a criação de centros culturais ou museus dentro desses espaços. Essa estratégia propicia ao povo capixaba conhecer e entender mais o seu passado, e ao patrimônio, não cair no esquecimento.

 

Entrevista com Luiz Cláudio Moisés Ribeiro, professor de História da Ufes

 

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